A cidade de São Paulo terá 20 mil câmeras de monitoramento até final de 2023. O “big brother”, composto por inteligência artificial, inclui reconhecimento facial, leitura das placas de veículos e detecção de movimentos.

O custo dessa inovação será de R$70 milhões/ano. O projeto conhecido como “Smart Sampa”, está ligado à Secretaria de Segurança Urbana da cidade, pelo período de 5 anos, prorrogável por igual tempo.

A tecnologia é tão inovadora que além de abranger imagens dos rostos que poderão ser arquivadas com data, horário e local, detectará faces cobertas com óculos e barba.

Pessoas suspeitas também terão seus movimentos e atividades monitoradas, com base na face e outras características, conforme edital.

A ideia é que o sistema ajude nas investigações criminais e no combate às fraudes na emissão de documentos. Alimentado com imagens captadas por drones, câmeras corporais e veiculares, colocadas em locais com maior número de ocorrências e trânsito de pedestres, as imagens do parque de câmeras serão cruzadas com uma base de dados em torno de 35 milhões de registros do Instituto Ricardo Gumbleton Daunt, ligado ao Departamento de Inteligência da Polícia Civil.