Gerou uma certa comoção generalizada essa história de que o “robô advogado” vai ajudar um réu em um julgamento nos EUA.

Da forma como está sendo veiculado parece que o advogado não usa IA para fazer seu trabalho, o que é uma realidade cada dia mais comum.

Com a diferença para o case dos Estados Unidos de que não é sempre na hora do ato que o advogado faz uso dessa tecnologia, mas em uma pesquisa prévia que o ajuda a fazer o trabalho.

Sem falar que ler a manchete com a foto de um robô daqueles de filme do Will Smith – “AI”- faz parecer que no dia do ato terá um robô “atuando” pelo réu no lugar do(a) advogado(a).

Não é isso. Mas parece isso. E se você só lê manchete e thumbnail é bem provável que isso te assuste.

Então passe a olhar para o futuro e mapear tendências, pois é assim que a gente se prepara para o que vem por aí. E preparação é a forma mais eficaz de dominar o medo.