Metaversos – Segurança e privacidade

Ainda não se sabe a definição clara e precisa do metaverso, mas é o novo alvo das bigtechs, startups e investidoras do Vale do Silício. Pode ser tratado como um universo virtual, uma espécie de fuga para a sociedade, onde é criado um ambiente virtual com avatares que interagem em tempo real com pessoas do mundo inteiro.

É tão promissor que o fundador do Facebook, Zuckerberg já se antecipou afirmando que tem o objetivo de transformar sua plataforma em uma empresa metaversa, tanto é que já consta o nome “Meta” na plataforma. Mas, como olharemos para a segurança e a privacidade nesse “mundo paralelo”, já que as pessoas poderão viver dentro de um ambiente virtual real simulado? E como ficará o assédio on-line pelo contato com os corpos virtuais, já que as trocas de ofensas escritas serão superadas.

Importante lembrarmos, que por ser um ambiente real virtual, os usuários terão a impressão de presença, já que estarão dentro do espaço virtual com outras pessoas e não apenas assistindo o que se ocorre.

“Muito parecido com a internet hoje, o metaverso não será uma tecnologia única que é ativada de uma vez, mas sim um ecossistema construído ao longo do tempo por muitas empresas diferentes usando uma variedade de tecnologias. Idealmente, essas várias partes do ecossistema serão interconectadas e interoperáveis, segundo Jesse Alton, líder do Open Metaverse, um grupo que desenvolve padrões de código aberto para o metaverso”.

O metaverso vem ganhando espaço com as melhorias nos jogos on-line, fone de ouvido de realidade virtual e a própria infraestrutura de internet, para garantir a escolha e utilização consumidor e o que acontecerá no futuro breve é incompreensível.