Na última semana, o Banco Central publicou que a instituição está estudando sobre a criação de uma moeda digital, na mesma linha do Uruguai, Equador e Estados Unidos, como se fosse uma moeda física, mas para ser utilizada no meio virtual, totalmente online, que será implementada daqui dois ou três anos.

Com a sua criação, haverá “maior eficiência nos pagamentos, contribuição para novos modelos de negócios, como contratos inteligentes e reconhecimento do Brasil de forma mundial, facilitando transações/operações internacionais”.

Moeda digital é a moeda de hoje, usada para pagamentos, mas, não física, diferente de criptoativos que possuem remuneração (ativos). Além de emitida pelo Banco Central e assegurada pelo Estado, seu ambiente será regulado, o que também difere dos criptoativos, conhecidos como bitcoins e sem garantias. A moeda digital favorecerá as pessoas no ecossistema financeiro, proporcionando mais contato com o dinheiro, porém o BACEN não definiu como será a conversão entre o real e a moeda digital. O “real digital” terá segurança jurídica e proteção para evitar lavagem de dinheiro. Indo no mesmo caminho, a China já lançou a Yuan, moeda digital chinesa, controlada pelo Banco Central de Pequim, totalmente online.