Projetar empreendimentos com foco nas áreas de proteção é sinal de desenvolvimento sustentável. É uma tarefa difícil, porém contribui para a conscientização da relevância em preservar o meio ambiente, com resultado na melhor qualidade de vida da comunidade local.

As áreas de proteção influenciam na qualidade de vida quando se nota que a área verde contribui para a diminuição da temperatura em 5%, aumentando a umidade e qualidade do ar, diante da maior captação de carbono. O ambiente natural em perímetros urbanos, formado por árvores, lagos, lagoas e parques garantem a permeabilidade do solo, auxiliando na preservação dos recursos hídricos.

Lembramos que a preservação das áreas de proteção está ligada diretamente com os conceitos de cidade walkable e placemaking, sendo a sustentabilidade a conexão da conscientização + ambiental + social + econômico.

A unificação da consciência e a preocupação ambiental influencia o crescimento econômico e agrega no social, que é fundamental para o desenvolvimento humano.

A inovação avança no conceito de urbanismo inteligente, já que excelentes atividades contribuem para a qualidade de vida da comunidade, principalmente quando se prioriza o ser humano. Os projetos devem ser planejados, observando as melhores práticas de construções, conforme o ambiente natural existente e as necessidades das pessoas, isto é o ambiente construído deve ser moldar ao ambiente nativo originário.